Céu azul e maré cheia
Dia nublado, seca a maré
Opostos do clima
Ventos contrários e fina areia
No olho do contratempo
Falta de clima
O mar assaltado
Num dia de sol e de lua minguando
O mar a saltos
Ondas vacilam na maré murchando
Águas ingratas
Enchem na maré cheia, de brio
Chuviscam nos dias sombrios
3 comentários:
Cara muito massa... Muito bonito... Parabéns Jucely!
Obrigada, Danilo!
dois pontos, antinomia (seria?). vácuo, entre-ponto e nenhum-ponto pronto (me engano?). nulidade nada neutra, totalidade do nada, tudo sendo signo do vazio, como num conjunto aritmético. eis que sua poesia coloca em harmonia a própria desarmonia, em versos (in-verso),
inversão do contrario.
"se o que compreendi são besteiras e falácias (e denomino falácias, pois estas nem sempre são besteiras, e porque seria uma falácia considerar besteiras como falácias), me avise..."
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