
Sou ... nem sempre, nunca totalmente.
Não há quem seja sempre justo,somos vulneráveis a fazer julgamentos errados. Não quem seja sempre honesto, existe também a vulnerabilidade de se corromper, há quem se corrompa em pequenos atos, há quem se entregue a tal "atividade".
Ninguém é totalmente malicioso, nem totalmente inocente, variamos em porções. Não há quem seja totalmente sincero, o simples ato de omitir pode se tornar hipocrisia; posto isso, também não há quem seja sempre fingido.
Somos assim dispostos para o "bem" ou para o "mal". Nossa graça está na nossa relatividade, conquanto essa graça se perca ao se falar em totalmente, muitos fazem isso.
Os ingênuos se limitam no sempre e no absoluto, impondo parâmetros, regras e rótulos, e fingem os odiar.