Não sem nós
sexta-feira, 18 de julho de 2014
De fenestra
As janelas
Tanto tempo fechadas
Enferrujaram
Só abrem por força
Se quebradas
Como abri-las
E, ao mesmo tempo,
Preservá-las?
Empurrando,
Ou encantando com flauta,
Cortando ao meio a superfície de vidro?
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