Porque tudo pra mim é pouco
E muito é só um pouco mais que pouco
E ter tudo às vezes é ter nada, nem um pouco
E ter pouco é ter tudo que precisa e mais um pouco
E ter o suficiente é o mesmo que ter muito, mas tendo pouco
E achar que é de menos é por ter tido muito e faz achar que é pouco
E ter o mínimo é o mesmo que ter nada comparado a muito e ter muito pouco
E o mesmo que não viver é amar pouco, se libertar pouco, ter pouca emoção e se entregar pouco.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Ainda é pouco
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Ah, o amor...

Amor é valorização, se você não se valoriza, vai ser bem mais difícil que outras pessoas descubram seu valor. Além de tudo é contagiante, alguém que se ama passa isso para os outros como se fosse uma luz que envolve aquele que tem amor a si, como se estivesse estampado: “Eu realmente tenho meu valor”.
Ser amado por outrem desperta o amor- próprio; engrandece esse amor. Assim segue um ciclo contínuo de amor.
Aquele que ama corre riscos. Não contesto a teoria que diz que amar é sofrer, pois aquele que ama fica vulnerável, facilmente atingível. O amor é um sentimento frágil, qualquer palavra que o amado diz pode magoar aquele que ama. Assim quem ama e não é amado tem a sina de sofrer.
Quem é amado somente e não tem amor por nada acaba sofrendo pelo oco no seu interior, é jogado a uma vida medíocre, que não conhece o sofrer e a vitória de conseguir se restabelecer, pois não se entrega a suas emoções, que sobrevive, mas não vive de verdade, não tendo a honra de sentir- se tão bem ao ver a pessoa amada, e mais umas “bobagens”.
Mas aquele que ama e é amado, tem o combustível da vida nas mãos em total abundância: o amor. Ama; tem mais motivos para sorrir, pelas suas próprias realizações ou pelas realizações da pessoa amada, perde noites de sono, se não sabe se a outra pessoa está bem, mas no outro dia tem a noite mais maravilhosa do mundo, dorme o que não dormiu na noite anterior e acorda de bem com a vida, depois de saber que ‘ele’ ou ‘ela’ está bem, transborda em euforia, na presença do seu amor, ri de si mesmo... . Não sofre com o vazio da solidão, ou o vazio de sentimento; não se martirizaria por outrem, pois se ama alguém não se perderia no egoísmo, pois o amor é generoso, nem se sacrificaria, nem acharia que o mundo é só ele, afinal ninguém vive sozinho; não quero dizer que não se vive necessariamente sem um par romântico, mas que ninguém vive isoladamente. Vive intensamente os momentos inesquecíveis, bons ou ruins, e assim vivendo, aprende e cresce, amadurece e aprende a viver Assim tendo amor por alguém, tem amor pela vida, pelo que viveu, pela sobrevivência, e novamente amor- próprio. É mesmo um ciclo, então aquele que sofre da ausência de amor, seja de um ou dos dois ou os dois, deve começar por amar a vida; pense: Você não está aqui por acaso. Amando a vida, amará a si próprio, pode ser apenas por viver, e assim continuará o ciclo.
Amor: combustível da vida e vice- versa. Ninguém vive sem amor, mesmo que seja com uma só das suas mais variadas formas.
By: Jucely Regis
domingo, 11 de maio de 2008
Por falar de mim╰☆╮
Já ouvi dizer que se descrever é se limitar...
Mas nada mais somos além de algo limitado
Uma porção de nada, que virou alguma coisa nas mãos de Deus...
Sou mais uma dessas porções de alguma coisa
Que se fez alguém...
capaz de sobreviver nesse mundo louco, tendo amigos e inimigos que eu não conheci ainda.
E ter conhecido ou não meus inimigos pouco faz diferença
pois, no final, sempre somos nós contra nós mesmos.
Menina do riso solto, que ri com qualquer coisa, mas que não vê graça alguma em certas coisas que muitos consideram o máximo
Sempre estou disposta a fazer novas amizades
e fazer coisas diferentes
Uma baguncinha quase sempre é bom...
Vivo da melhor forma possível, e, afinal, não sei o que é o sofrer...
seja por amor ou por qualquer outra coisa.
Não tenho a necessidade de fazer mal a ninguém, nem de me preocupar com a vida alheia, nem de agradar a todo mundo
porque, sinceramente, não preciso de tanta coisa!
"Viver o hoje como se não existisse o amanhã"
"Fazer o bem sem olhar a quem"
"Dar valor as pequenas coisas"
"Não ultrapassar seus limites"
"Aprender com os erros"
São coisas que muitos falam que se deve fazer, ou que muitos querem fazer, mas quase nunca ou nunca cumprem.
A graça das regras é poder quebrá-las...
Mas eu leio as regras, mesmo que eu não vá cumpri-las depois...By: Jucely Regis
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Como pode alguém ser tão observadora e em outras vezes tão desligada?
Ser uma chata e tratar bem as pessoas, ser gentil?
Ser concentrada e também distraída?
Como pode alguém se conhecer muito e não entender coisas que faz?
Considerar tanto as pessoas e às vezes não se importar tanto com elas?
Sentir- se inabalável, mas mesmo assim se machucar?
Achar que não se envolve, mas sofrer?
É possível ser contida e tão exagerada?
Descontrolada mas consciente?
Ser egocêntrica e humilde?
Ser louca e racional?
Ser racional e emocional?
Saber ouvir, mas às vezes não saber a hora de parar de falar?
Estar super feliz e deixar a tristeza chegar?
Estando muito triste ainda conseguir rir?
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Vejo as cascas
Enganadora
Olhar de depressão
Brilho dos olhos
Reflexo da luz da lâmpada
Gargalhada sem som
Discurso convencente
Atitudes desmascaradoras
Sentimento limitado a palavra
Atitudes desmanchadoras de palavras
Ações reveladoras de amor
Paixão escondida
Revelação na cara
Alma dentro do olho
Mentira pela boca
Tensão na sobrancelha
Verdade ansiosa, escondida, trêmula
Comunicação por músculos da cara
Gesto efetuador de ordem
Saída de amor na carícia
Passa- fora através de indiferença
Chega mais por um sorriso
Palavras desmancháveis
Atitudes inesquecíveis
Pouca propaganda
Mais conteúdo
Muita propaganda
Má qualidade
Mentira pra si mesmo
Pretensão: os outros
Verdadeiro = desprotegido ?
Verdadeiro = forte, superior !
Máscara = necessária ?
Máscara = inútil !
Essência: fundamental
Exterioridade: apenas casca
Tem gente que gosta de enganar ( se )
By: Jucely Regis
domingo, 6 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
Relatos- III

28/10/07
"É sim um dos momentos da vida em que se para pra pensar. Não para se lamentar, mas para lembrar das coisas boas da vida, talvez para lembrar um pouco do passado, que os adultos lembram com carinho dos tempos de juventude e os "pré- adultos" lembram da infância. Talvez seja procurando a fase da vida em que há mais pureza, mais verdade, mais simplicidade nas coisas e eis o momento em que as coisas simples da vida se sobressaem às coisas mais complexas. E o muito se torna pouco e o pouco essencial. Complexo será o "desfilar das nuvens" e o barulho que o vento faz a balançar as folhas das árvores, assim como o movimento dessas folhas, e especias são os momentos em que estamos sensíveis ao toque do ar. Também aqueles em que estamos sós e ainda assim não queremos companhia. Pois companhia melhor já se fez com um pensamento, caneta e papel"
Relatos- II
"Eis a hora em que não se quer falar coisas bonitinhas, nem escrever coisas bonitinhas, nem pensar em coisas bonitinhas, em coisas que não terão futuro nenhum, e que muita coisa não tem graça e falta essa muita coisa, há horas que parece não existir mais nada.
Me dá vontade de fazer algo, mas nada mais parece valer a pena e que o desgosto toma conta do ambiente. Prevalecem o tédio e a cara feia, o medo e vago. Nada mais além da merda do NADA que atormenta. Cobranças vem quando menos se quer (claro que não se quer), mas é na hora mais imprópria..."
Relatos - I
Deixarei um espaço para alguns relatos meus que encontrei em uma agenda.
22/02/07
"Tenho tido vontade de falar sem ter do que, de fazer algo que não sei o que é.
Tenho tentado chorar, mas por falta de motivo, não consigo.
Tenho rido da vida, pois é isso que mais fazemos; fazendo piada das coisas mais sérias, estou aproveitando as coisas mais simples, vendo defeitos nas coisas mais perfeitas e encontrando qualidades em coisas consideradas ruins, aceitando o imperfeito e aprendendo com as desgraças, e rindo do que antes me fazia ter medo, entendo o comportamento das demais pessoas refletindo sobre meu ser"