Viver nesse mundo não é fácil, para sobreviver tem uma dificuldade razoável, vendo- se a fragilidade da nossa vida.
Além de preciso é difícil saber viver, saber encarar o mundo de frente, saber ser verdadeiro consigo, saber superar; seja um relacionamento mal- sucedido, uma reprovação no vestibular, um dia em que as coisas resolvem não dar certo, depressão, perdas, mudanças, inseguranças.
Com tudo isso tentamos viver da forma certa e evitar trocar viver por apenas sobreviver, como se isso fosse tarefe fácil, pois com o passar do tempo, querendo ou não aprendemos a mentir, a esconder nossas próprias emoções ou a não mostrá- las com tanta intensidade; isso faz com que hajam cada vez mais pessoas secas, carentes de carinho e de amor, ou de pessoas que simplesmente não sabem como mostrar o que sentem, já que se acostumaram a usar máscaras que a sociedade nos impõe. São máscaras que tem por objetivo nos transformar em pessoas "NORMAIS", dentro de um PADRÃO, fazendo o que a maioria acha que está dentro do COMUM.
1º- NORMAL: Que é segundo a norma. Pessoas que fazem questão de ser normais são aquelas que seguem as regras impostas por sabe- se lá quem que determinou o que era certo e o que era errado.
2º- PADRÃO: Modelo, exemplo, protótipo, arquétipo ou ainda: Qualquer objeto que serve de modelo à feitura de outro. Se fosse pra todo mundo seguir esse tal de padrão, Deus tinha feito todo mundo com o mesmo rosto e o mesmo corpo. Muitos vivem correndo atrás de ficar dentro de um padrão de beleza ou de comportamento, correndo um risco de ficar tão parecido com os outros ao ponto de tentar cometer um suicídio e acabar matando o próximo... :D
3º- COMUM: Eles dizem que é isso aqui: Habitual, normal, usual, geral. Mas também pode ser isso aqui: Vulgar, trivial, ordinário.
Muitas pessoas fazem de tudo, fazem loucuras até pra poder parecer normais, ou seja, deixar de ser elas para se tornar algo que se vê sempre, se encaixar no que a maioria acha que é bom, sem se citar que 'A maioria é burra'. A tudo hoje em dia se impõe um padrão, que forma um lugar bizarro de pessoas iguaisinhas e que faz as pessoas perderem a noção do que é personalidade própria, estilo e originalidade, e que fabrica pessoas em lotes, transformando pessoas em algo comum= vulgar= fútil. Montando um mundo que não é feito de pessoas, mas de cópias que pensam da mesma forma, se vestem da mesma forma, e até falam do mesmo jeito ao tentar convenceralguém de sentimentos que não existem, já que as máscaras impedem que os sentimentos cheguem até o fundo de sua alma, porque a barreira que se cria, construída por causa das traições, decepções, desilusões, medo, insegurança...
Quem procura seguir um padrão, ser comum, ser normal, confia nas máscarase acredita mais no que os outros pensam do que na sua própria essência, pois pensa que se talvez fosse ele mesmo ficaria mais frágil. Usa isso apenas como uma forma de se proteger.
É preciso sair dos padrões pelo menos na hora de pensar, abrir a cabeça pra poder entender as várias formas de se ver o mundo, ser você acima de tudo, não ter medo de seus sentimentos, se entregar de corpo e alma pelo menos pra ter pelo que se decepcinar, amar de verdade, mesmo que seja só para ter do que chorar depois, amar a vida e acima de tudo se amar.
By: Jucely Regis
5 comentários:
Eu diria que eu falei só um pouquinho...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH
só qer ser gente
uma coisa dessa
ashuaua
el çou muiot linad demayz
estol a fall em tiops
jussely eh muiot feyaz miw
eh shata baragaray
tumein viev brigamdiu cun el
eça kaar dy furioc
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